Entrando e saindo, tentando ouvir aquele silêncio ensurdecedor… vácuo... acúo...acúo… eco… Por um momento eu achei que sim, mas não... Medo? Todos! Enfim, assim, seguimos. Entendo? Claro! Concordo? Não. Mas não tenho que concordar com nada, seria egoísmo, não comigo, nem contigo.
Aí entra o querer, ensejo, desejo…
Sem meias palavras enquanto as palavras chulas não se completam…
Enfim… minha arrogância se recusa a entender o “entendível”, minha incompreensão, por mais que ela tenta acatar, ela se abdica de querer.
Palavras lançadas ao vento… Encontros, encantos, desencontros…